SÃO PAULO  –  O surto de peste suína africana    que vem se espalhando pela China, país que lidera a produção mundial da proteína, poderá ter efeitos disruptivos no país asiático e, de quebra, favorecer a suinocultura brasileira, sobretudo em 2019. Essa é a avaliação do banco holandês Rabobank, uma das  instituições mais importantes na oferta de crédito para o agronegócio global.

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